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Um fanzine transmídia com bases de produção aptas ao rural  

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Objetivo: produzir e distribuir informação, ampliando a rede de resiliência em tempos de pandemias e pandemônios.

A proposição básica é conter as seguintes seções, a cada tema:

  • traduções de textos fodas estrangeiros
  • textos fodas nacionais
  • dicas de perfis no insta, facebook e grupos de zap
  • oferta de serviços da rede
  • seção permanente e especial da Ana Primavesi

A @vivianneamaral propõe a inclusão de uma seção Maker, com coisas úteis para ser feitas, com uso de infográficos.

A regularidade é a medida da capacidade e interesse na produção.

Um conceito a ser desenvolvido é o de transmídia. Ver básico em Wikipedia

Sonhando teremos totens e mini totens espalhados pela rede de resiliência e distribuição anti-pandemônios, alguns realizando intercâmbios digitais simples e outros mais complexos, conectados entre si ou via protocolos na internet. Podemos utilizar estruturas móveis ou fixas com painéis solares, tecnologias inalâmbricas, sensores - sempre de baixo custo e alta capacidade de replicação. Podemos fortalecer processos e projetos já existentes, de preferência.

Alguns protótipos serão implantados na Capoava, principalmente os testes, feitos com materiais que temos aqui ou na Baia Hacker. Aceitaremos doações também, assim podemos fazer em vários lugares.

Talvez possa se chamar Cão do Mato, em homenagem ao Cerdocyon thous (mais conhecido como cachorro-do-mato ou raposa-carenguejeira) avistado e fotografado na Capoava dias atrás. Isso de certa forma facilita na promoção dos Direitos dos Animais selvagens de viver em tempos de pandemia.

Os custos são de materiais das invenções e aparelhos de suporte transmídia, incluso impressão. Adicionar tempo de produção. 

Seguimos!

Este tópico foi modificado 2 meses atrás 3 vezes by Carlos Diego
1 Resposta
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@diego
A proposta lembra a do Pensamento Ecológico, um boletim maravilhoso que traduzia os ecologistas europeus, nos anos 80. Quais são os públicos do fanzine? A princípio achei que seriam os estudantes e professores da escola, mas parece que não. Se estamos falando em textos fodas precisamos saber quem serão os leitores, para conseguir comunicar.
Quanto ao cão do mato ok. A gente podia pensar as editorias - uma delas é Maker. abraço

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